Enviaremos à todos 300 exemplares, para distribuição gratuita, uma ferramenta que poderá ajudar na captação de apoio financeiro para os Observatórios Sociais. Sugiro que façam agenda de visitas a entidades de classe e ONGs, mostrando que não devemos “secar gelo” substituindo os órgãos públicos em assistência social, pois ao atuarmos no acompanhamento da gestão pública sobra dinheiro para que o Estado cumpra com seu dever de suprir as entidades e a toda a sociedade em todas as demandas existentes. Cidades onde há a atuação do Observatório Social, conseguiram economizar mais de 10% do orçamento municipal, o que dá para atender as prioridades locais tranquilamente. Lembre-se: quem paga mal, paga duas vezes.
Reforço a importância de um planejamento de sustentabilidade do Observatório Social, com o registro de um Plano de Ação voltado para angariar mantenedores que venham a suportar as operações do OS, tais como:
- Educação Fiscal (concurso de redação, concurso de monografias, festival de música, feirão dos impostos, etc.),
- Controle Social (acompanhamento da gestão pública: licitações, diárias, frota de veículos, andamento de obras, estrutura de RH, cargos comissionados, Inventário e acompanhamento dos estoques, inventário e análise dos convênios com ONGs, produção legislativa, etc.),
- Dinamização da Cidadania (Fortalecimento dos Conselhos Municipais:Instalação de fórum permanente de discussão das Políticas Públicas, com os integrantes dos conselhos municipais, etc.),
- Ambiente de Negócios (Cadastro da Empresas para receberem avisos das licitações, Capacitação das Empresas para participarem das licitações, identificação de oportunidades de investimentos nos vazios locais, etc.),
- Transparência (relatórios quadrimestrais, semana de prestação de contas do Executivo, legislativo e do Observatório Social), etc.
Estamos com a marca de um premio da ONU, que reconhece o nosso trabalho como primeiro lugar
em Experiências em Inovação Social para a América Latina, conquistado pelo Observatório Social de Maringá, mas sedimentado pela REDE de Controle Social das mas de 40 cidades onde estão instalados, e por isso afasta qualquer dúvida que possa advir da nossa incredilidade em novas ações para a melhoria da qualidade de vida de nosso povo, portanto, nos coloca em condições reais de atuação, com a idoneidade e imparcialidade de uma organização apartidária e movida pelo interesse da coletividade.
É hora de fazer valer nosso direito constitucional inalienável, direito conseguido com a advento da aprovação da Constituição Brasileira de 1.988 e regulado pela Lei de Responsabilidade Fiscal e outras tantas leis que disciplinam a Gestão Pública.
Avante Observadores do Brasil!
Att.
Sir Carvalho